Escola do Futuro

Sobre

ESCOLA DO FUTURO

 

Uma visão do passado.

O ensino, no Brasil, tem ao longo dos séculos, sofrido de um mal recorrente: Nunca é prioridade.

Aliás, isto não é novidade. Quando os portugueses aqui aportaram não trouxeram professores e nem escolheram o ensino como base do desenvolvimento da colônia. Ensino era privilégio da Metrópole e lá, somente lá, poderiam existir escolas e faculdades. Diferentemente dos espanhóis que instalaram em Lima, no Peru, em 12 de maio de 1551, a Universidad Nacional Mayor de San Marcos, por decreto do Rei Carlos I.

Na visão portuguesa seria dar aos colonos oportunidade de, através do conhecimento, sonhar com a liberdade.

A catequese dos jesuítas tinha a visão da fé e somente séculos mais tarde o ensino passou a ter espaço em suas pregações. A fundação do Colégio São Paulo, por Anchieta, marco do surgimento da capital paulista, se dá no final do século XVII. Era, basicamente, uma escola de alfabetização.

 Em 1808, com a chegada de D.João VI ao Brasil, foram criados, no Rio de Janeiro, os primeiros colégios para cursos de botânica e primeiros socorros médicos.

 Somente em 1827 o Brasil conheceu suas primeiras faculdades de Direito,   em Recife, inaugurada em 11 de agosto, e depois São Paulo, com  a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Em alusão a esta data comemora-se o Dia do Estudante e Dia do Advogado. Ou seja, duzentos e sessenta e seis anos depois dos espanhóis. Mais de dois séculos e meio. Não por coincidência nossa Independência deu-se em 1822. Até então a elite brasileira –  aqui vale a afirmação filhos dos ricos –  se quisesse estudar que mandasse seus jovens para Coimbra. E assim, com igual atraso de visão,  continuamos os mesmos depois de  independentes.

Nenhum governo, do passado ou do presente, teve a coragem de dar ao ensino a prioridade necessária. Basta ver as políticas públicas, a formação e  salário dos professores, o currículo das escolas ou a ausência de  especialização para os gestores dos que o ministram. O estado de penúria de nossas universidades públicas é só mais um exemplo deste nosso desastre, sem falar da ausência dos mecenas para a educação. Diferentemente de outros países onde empresários e empresas têm a cultura, incentivados por lei,  de destinar parte de seus lucros e  patrimônio para as Universidades. Ou, em muitos casos, o cidadão destinar a elas sua herança.

O Senador pelo Espírito Santo, João Calmon, nos anos 60 do século passado chegou a criar, por lei, a chamada “Década da Educação”. Não diferentemente o atual governo criou, como ferramenta de marketing o slogan “Pátria Educadora”. Porém, nenhum ato reformador ou mudança real, acontece.

No mundo, entretanto, outras nações conseguiram grandes saltos de desenvolvimento apostando na educação de seu povo.

 

Uma visão do presente.

O estágio atual do ensino, como política pública, visto com olhar realista chega às raias do absurdo. Justo no momento da já citada política de “Pátria educadora”, repetindo, mero instrumento de marketing, o governo federal corta do seu  orçamento nada menos que 30% do valor originalmente previsto.

O que era pouco e mal gasto agora tem valor ainda menor.

Não nos cabe, aqui, discutir como são feitos os investimentos no ensino no Brasil. No entanto, um conhecido estudo da UNESCO, órgão das Nações Unidas, diz que, no Brasil, o dinheiro para a educação – assim como na saúde – se perde e em cada 100 dólares originalmente investidos, somente 10 chegam à ponta final. Então, não é surpresa nosso estágio atual, tanto na educação como na saúde.

A utilização de métodos e atualização de currículos escolares é um capítulo à parte.

Empresas brasileiras, que buscam nas faculdades  mão de obra para suprir suas demandas, encontram formandos sem condições de assumir imediatamente seus postos de trabalho. Todas, e não é força de expressão, necessitam de dar a eles formação complementar. Não são raras as que mantêm escolas internas para suprir a formação do novo trabalhador.

Sem falar da desatualização tecnológica de nossas Universidades públicas.

O raciocínio é elementar, se não tem dinheiro para o suporte físico e salarial das faculdades como cuidar de atualidade tecnológica?

Basta uma visita a qualquer faculdade pública brasileira para conhecer a que ponto chegou: campus com lixo pelas instalações e ruas, pichação em todos os prédios, gestão comprometida com a corporação e não com a eficiência da instituição. Exagerado quadro docente em relação ao número de alunos formados e total descompromisso com resultados.

Por último uma informação econômica: Pesquisa do então Ministério da Previdência e Assistência Social, datada de 1998, constatava que a cada ano de educação recebida agregava ao aluno 20% a mais de oportunidade de deixar a condição de vida abaixo da linha da miséria. Ou seja, o conhecimento é o melhor remédio para o combate a miséria.

 

E o futuro?

Nele mora a esperança.

É evidente que a transformação do ensino só acontecerá com reformas políticas e profissionalização de seus gestores.

Mas, como fazer reforma política para a educação com os atuais políticos?

Aliás, como fazer qualquer reforma com os atuais políticos?

O Professor Cláudio Moura Castro, um entusiasta das mudanças para o ensino no Brasil, articulista de “Veja”, consultor da Fundação Dom Cabral e pensador das reformas brasileiras para a educação tem, ao longo do tempo, pregado num deserto que a transformação só acontecerá com a mudança de paradigmas do ensino brasileiro. Quem o lê, ou ouve, tem a clareza de que seu pensamento é o da busca de um caminho mais simples e efetivo – Deixem os pensadores, profissionais educadores cuidarem do ensino brasileiro. Menos política, manipulações, defesas corporativas e mais foco no essencial.

A chegada de novas tecnologias é fundamental para a consolidação das mudanças.

O atraso, neste caso, pode ser um aliado.

Onde nada existe, o novo não tem que quebrar resistências ou lutar contra inimigos inexistentes.

A utilização dos meios virtuais, assim como o foi para a telefonia brasileira, é um novo mundo a ser buscado e usado como ferramenta para suprir dificuldades de acesso, motivar e estimular os iniciantes.

Há, com certeza, um enorme campo no Brasil para conquistar alunos e leva-los às “salas” de aulas. Mesmo que elas sejam suas próprias casas.

Claro, são muitos os caminhos que podem nos levar a um novo estágio social e econômico. Basta saber defini-los e querer percorrê-los.

Missão

Levar ao aluno ensino de alta qualidade e fácil acesso, motivando-o a buscar sua capacitação profissional e a  transformar sua vida através do conhecimento.

Visão corporativa

Ser uma empresa de excelência em ensino à distância, com a responsabilidade de através de seus cursos,  transformar a vida de seus alunos preservando e realçando valores como honra, ética e moral.

Valores   

Respeito ao indivíduo e sua privacidade.

Valorizar o conhecimento e crescimento das pessoas.

Não praticar nem permitir a disseminação de qualquer tipo de preconceito.

Estimular a interação entre indivíduos para o seu crescimento profissional.

Objetivo

Conquistar alunos e parceiros para transformar a “Escola do Futuro” no maior curso virtual do Brasil.

Meta

Em seis meses, após seu lançamento, ter 200.000 alunos virtuais.

Em um ano dobrar a meta, e assim sucessivamente.

Estratégias

– Utilizar meios virtuais e físicos para divulgação de nossa instituição.

– Demonstrar, através de comparativos, nosso diferencial em relação a escolas virtuais existentes.

– Estabelecer parcerias com instituições governamentais,  internacionais  e particulares na busca do crescimento de nosso acervo de alunos.

Feedback

Criar o Comitê Gestor que será responsável pela condução dos negócios da instituição.

Através deste Comitê Gestor, acompanhar cada um dos objetivos e metas estabelecidos, assim como, através dele modifica-los para tornar a instituição perene.

Estudar e criar oportunidades para o melhor resultado da missão.

Fazer a divisão de funções de seus integrantes assegurando espaço para o pleno exercício da criatividade.

Não dar passos maiores do que podemos para evitar frustações.

Se quisermos o sucesso do empreendimento devemos saber premiar e estimular pessoas envolvidas nessa evolução.

Estar abertos a novas realidades, saber mudar e abrir mão de algo com flexibilidade e sabedoria.

Ter um bom controle de qualidade do produto.

Ter sabedoria para a correta execução do plano estratégico.